terça-feira, 4 de novembro de 2008

O medo

Definitivamente o medo é uma coisa que pouquíssimas vezes fez parte da minha vida.
Não tenho medo de rir na hora errada
Nem de chorar compulsivamente na frente de todos estando sujeita a recriminações.
Não tenho receio de me entregar
De ligar e não ser atendida
De dar um fora e poder estar magoando alguém.

Sinto vontade de abraçar e abraço.
O fato de poder não ser retribuída não me assusta.
O que eu odeio, o que me sufoca e o que me mata é a covardia.
È lamentável aquele que foge do que sente.
Que acha que amar incontrolavelmente é sentir-se fraco.


Sinto prazer por cada lágrima que escorreu do meu rosto.
São lágrimas de saudade, de raiva, de tudo, mas não de covardia.
Entrego-me, eu vivo !!
Eu sempre pago pra ver

Quem nunca se entregou não sabe verdadeiramente o que é ser feliz.

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